terça-feira, 7 de setembro de 2010

Claude Bourgelat


Navegando na internet, encontrei isso:

Claude Bourgelat, profissional que fundou a primeira Escola de Medicina Veterinária do mundo. Pioneiro, Claude tinha um interesse muito grande pela anatomia e pela patologia eqüina. E isso o fazia refletir sobre as bases de um ensino veterinário, capaz de preservar e melhorar a espécie eqüina, e de proteger o gado das epidemias que o acometiam. Com essa forma de pensar a Escola da Guillotière foi fundada em 1762 em Lyon, fazendo surgir à profissão de médico veterinário.

Fonte: http://www.realh.com.br/noticia.php?id=102

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Luta pelos animais

Recebi esta notícia por e-mail, não sei onde ela foi veiculada, mas de qualquer forma vale divulgar, pois o trabalho na defesa dos animais e do meio ambiente é sempre digno de honra e glória...

O dia que o caçador foi a caça

O tiro que matou uma onça com coleira de monitoramento, no pantanal, levou o Ibama e a Polícia Federal a desmontar uma quadrilha organizadora de safári de caça ilegal de fauna silvestre brasileira, na Operação Jaguar. A prisão de quatro argentinos, um paraguaio e três brasileiros, em plena atividade de caça em Sinop-MT, foi notícia em todo o país. Mas, poucos conheceram o bastidor.

A investigação começou um ano e dois meses atrás. De Cascavel, no Paraná, Eliseu Augusto Sicoli, identificado pela Polícia Federal como o chefe da quadrilha, passou a ter suas conversas telefônicas monitorados com autorização da Justiça. Nas transcrições, há relatos de abate de 28 onças no Brasil, de caçadas de tigre, zebra e elefante, na África, e de 800 patos, na Argentina.

Dois fiscais do Ibama e dois agentes da PF de Corumbá, que trabalharam em sintonia, com troca diária de informações e planejamentos, foram os responsáveis pela montagem do quebra-cabeça que resultou na prisão de 11 pessoas, entre elas os caçadores, um taxidermista e um cabo da Polícia Militar de Rondonópolis.

O chefe do escritório do Ibama de Corumbá (MS), Gilberto Alves da Costa, um dos “quatro cavaleiros” da Operação Jaguar, ao lado do fiscal Ademir Ribeiro e dos agentes da PF Mercês Dias Junior e André Magalhães, conta que Eliseu não mencionava abertamente a caça de onças nos telefonemas. Falava de forma cifrada.

Numa das conversas gravadas, Eliseu perguntava ao interlocutor se estava saindo “boi” daquela fazenda ou se tinha visto algum “carneiro grande, pintado”. E também apareceu avisando que, em determinado fim de semana, iriam chegar os guarda-chuvas (armas).

Em outro conversa, o organizador do “safári” referia-se à localização de um “corixo” e de uma “salina”, que Gilberto, um conhecedor do pantanal e do linguajar da região, traduziu como córrego intermitente e uma baía com alta porcentagem de cloreto de sódio cercada de babaçu, áreas procuradas pelos animais, incluindo as onças.

O esquema da caça ramificava-se por Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná. Gilberto e o fiscal Ademir passaram 34 dias mapeando uma área de 160 mil hectares de maciço florestal entre Sinop, Itaúba e Santa Helena, na bacia hidrográfica de Teles Pires no Mato Grosso, depois de interceptadas conversas sobre possível caçada na região.

Uma das fazendas, cujos acessos e coordenadas haviam sido levantados pelos fiscais do Ibama, foi onde ocorreu a prisão dos caçadores, a apreensão de armas e de oito cães de caça Fox Hound Americano. O chefe do escritório do Ibama de Corumbá conta que entre os presos estavam dois cúmplices de Eliseu: Marcos Antonio Moraes, filho do homem conhecido em todo o Brasil como o maior caçador de onças, “Tonho da Onça”, e um oficial da Polícia Militar, que nas escutas aparecia com a alcunha de Cabo Lopes.

Prisão

O “safári” em Sinop chegou a ser marcado duas vezes antes, mas houve cancelamentos. Quando enfim a data foi definida, em julho, agentes da PF e fiscais do Ibama dividiram-se entre vigílias no aeroporto, local de desembarque dos estrangeiros e na rodovia, por onde chegaria Eliseu de caminhonete com os cães e as armas. Uma das passagens obrigatórias era uma pista em obras, que forçava o motorista a trafegar mais devagar.

O fiscal Gilberto estava no local com um agente da PF, quando avistou uma Ranger preta passar. Ele havia visto a foto de Eliseu na Revista Magnum, especializada em armas, o que foi suficiente para identificá-lo na passagem rumo a um hotel em Sinop. Os estrangeiros chegaram em vôo noturno.

Somente no dia seguinte, o grupo foi para o local da caçada. Os agentes da PF e os fiscais do Ibama permaneceram cinco dias em vigília próximo à sede da fazenda, observando e fotografando o grupo até o momento da prisão. O chefe do escritório do Ibama em Corumbá se diz indignado com os caçadores pelo “prazer por matar onças”, animais que aguçam o apetite do infrator devido à ferocidade.

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Acho que nós já sugerimos aqui, mas vale a lembrança para quem ainda não leu o livro SempreViva, de Antonio Callado, trata da questão da caça às onças.
É imperdível

domingo, 29 de agosto de 2010

Sugestão de leitura

E então pessoal, para quem ainda tem ânimo de continuar lendo sobre as questões ambientais, temos uma nova sugestão, uma revista de direito ambiental, disponível on line e"di grátis!!!

link: http://www.derechoambiental.iespana.es

Apesar de ser espanhol, há textos em português.
Boa leitura!

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Pessoal, hoje visitei um site ótimo:
http://www.radarciencia.org/

Ele traz várias teses sobre variados assuntos, inclusive sobre meio ambiente.

Vale a pena visitar.

sábado, 3 de julho de 2010

Sugestão de artigos

Já leu todos os artigos aqui indicados, e está a procura de mais?

Fique tranquil@, não vamos te deixar na mão num momento tão importante. Não é por falta de embasamento teórico que vamos ficar sem defender os animais!!

Basta visitar o site do Instituto Abolicionista Animal, tem um monte de coisas pra ler na seção de artigos.

Link: http://www.abolicionismoanimal.org.br/index.php

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Trecho

"Não basta, entretanto, apenas legislar. É fundamental que todas as pessoas e autoridades responsáveis se lancem ao trabalho de tirar essas regras do limbo da teoria para a existência real(...)."
Edis Milaré - Direito do Ambiente - p. 153

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Você costuma entrar no site da ANDA?

Olha que coisa linda: é a Agência de Notícias dos Direitos dos Animais!!!

Eu particularmente sinto até vontade de chorar quando entro no site, por um motivo: as vezes a gente se sente sozinha na luta pelos animais, e encontrar tantas pessoas direito os direitos dos nossos amiguinhos injustiçados enche a gente de esperança...

Visite o site e se delicie:

http://www.anda.jor.br

domingo, 20 de junho de 2010

E depois de ler o texto, você está super empolgad@ para continuar, então vão aqui sugestões de bibliografia que eu peguei na internet:


FEIJÓ, Anamaria. A Utilização de Animais na Investigação e Docência: uma reflexão ética necessária. Porto Alegre: Edipucrs, 2005.

HARDIE, Elizabeth. Reconhecimento do Comportamento Doloroso em Animais. In:

HELLEBREKERS, Ludo. Dor em Animais: uma abordagem com orientação prática para um controle eficaz da dor em animais. São Paulo: Manole, 2002.

NACONECY, C. M. Ética e Animais: um guia de argumentação filosófica. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2006.

PRADA, Irvênia. Os animais são seres sencientes. In: TRÉZ, T. Instrumento Animal. Bauru: Canal 6, 2008.

MOLINARO, Carlos Alberto et al. A Dignidade da Vida e os Direitos Fundamentais para além dos Humanos: uma discussão necessária. Belo Horizonte: Editora Fórum, 2008.
FELIPE, Sônia T. Ética e experimentação animal: fundamentos abolicionistas. Florianópolis: UFSC, 2007.

SARLET, Ingo Wolfgang et all (Orgs.). A dignidade da vida e os direitos fundamentais para além dos humanos: uma discussão necessária. Belo Horizonte: Fórum, 2008, p. 207-230.

GREIF, Sérgio; TRÉZ, Thales de A.. A verdadeira face da experimentação animal: a sua
saúde em perigo. Rio de Janeiro: Sociedade Educacional “Fala Bicho”, 2000.

_______________. Alternativas ao uso de animais vivos na educação: pela ciência
responsável. São Paulo: Instituto Nina Rosa, 2003.

HABERMAS, Jügen. Comentários à ética do discurso. Coleção Pensamento e Filosofia.
Lisboa: Instituto Piaget, 1999.

SOUZA, Paulo Vinícius Sporleder. Bem-jurídico-penal e Engenharia Génética Humana: contributo para a compreensão dos bens jurídicos supra-individuais. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2004a.

SOUZA, Paulo Vinícius Sporleder. O meio ambiente (natural) como sujeito passivo dos crimes ambientais. Revista Brasileira de Ciências Criminais. São Paulo. ano 12. n° 50, p. 57-90, set./out. 2004b.